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Para refletir...

“Por
que o espírita divulga o Esperanto?”
Essa
é uma das perguntas mais freqüentes entre aqueles que de alguma
forma ouvem algo a respeito do Esperanto.
“O
Esperanto será a Língua do Futuro.”
Essa
frase também é uma das quais comumente ouvimos entre aqueles
que por um ou outro meio tiveram conhecimento do Esperanto.
“Por
que o mundo não adota o Esperanto definitivamente?”
Mas,
o que realmente sabemos a respeito? Muito já se falou sobre esta
questão e as discussões continuam. Para uns, o Esperanto
é uma língua “morta”, porque uma língua
“sem país”, verdadeiramente não é uma
língua. Para outros, o futuro se encarregará de dar a resposta.
O
que podemos afirmar a princípio é que: as dificuldades em
o Esperanto se firmar e isso diz respeito a uma outra alternativa lingüística
qualquer, está no fato de esbarrarmos em questões de ordem
cultural, política e financeira, “ainda” (nós,
espíritas podemos constatar com Kardek na Obra “A Gênese”,
cap. XVII, item 32, onde o Codificador faz alusão a estes comentários:
“...a unidade se fará em religião, como já
tende a fazer-se socialmente, politicamente, comercialmente, pela queda
das barreiras que separam os povos, pela assimilação dos
costumes, dos usos, da linguagem”.).
Zamenhof
ou Dr. Esperanto, pseudônimo adotado pelo idealizador da língua,
já antevia este tipo de empecilhos. Não seria um caminho
tranqüilo, dificuldades haveriam de existir.
Mas,
em um mundo onde as informações parecem tomar vários
rumos, cabe a cada um de nós buscar apurar os fatos. E se não
temos uma idéia formada a respeito, porque não procurá-la?
Então:
“Desperta, ó tu que dormes! Acorda e sê feliz!
”
O Esperanto é uma realidade, não é um sonho.
Celso
Tinta.
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