<%@LANGUAGE="JAVASCRIPT" CODEPAGE="1252"%> XXIX Comeerj - Pólo XII - Caná da Galiléia
     
 
 


Para refletir...

          “Por que o espírita divulga o Esperanto?”
          Essa é uma das perguntas mais freqüentes entre aqueles que de alguma forma ouvem algo a respeito do Esperanto.
          “O Esperanto será a Língua do Futuro.”
          Essa frase também é uma das quais comumente ouvimos entre aqueles que por um ou outro meio tiveram conhecimento do Esperanto.
          “Por que o mundo não adota o Esperanto definitivamente?”

          Mas, o que realmente sabemos a respeito? Muito já se falou sobre esta questão e as discussões continuam. Para uns, o Esperanto é uma língua “morta”, porque uma língua “sem país”, verdadeiramente não é uma língua. Para outros, o futuro se encarregará de dar a resposta.
          O que podemos afirmar a princípio é que: as dificuldades em o Esperanto se firmar e isso diz respeito a uma outra alternativa lingüística qualquer, está no fato de esbarrarmos em questões de ordem cultural, política e financeira, “ainda” (nós, espíritas podemos constatar com Kardek na Obra “A Gênese”, cap. XVII, item 32, onde o Codificador faz alusão a estes comentários: “...a unidade se fará em religião, como já tende a fazer-se socialmente, politicamente, comercialmente, pela queda das barreiras que separam os povos, pela assimilação dos costumes, dos usos, da linguagem”.).
          Zamenhof ou Dr. Esperanto, pseudônimo adotado pelo idealizador da língua, já antevia este tipo de empecilhos. Não seria um caminho tranqüilo, dificuldades haveriam de existir.

          Mas, em um mundo onde as informações parecem tomar vários rumos, cabe a cada um de nós buscar apurar os fatos. E se não temos uma idéia formada a respeito, porque não procurá-la? Então:

“Desperta, ó tu que dormes! Acorda e sê feliz! ”
O Esperanto é uma realidade, não é um sonho.

Celso Tinta.